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{"id":772,"date":"2013-04-18T07:22:39","date_gmt":"2013-04-18T10:22:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/?page_id=772"},"modified":"2013-05-03T00:24:32","modified_gmt":"2013-05-03T03:24:32","slug":"palestrantes-2","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/o-salipi\/palestrantes-2","title":{"rendered":"Palestrantes"},"content":{"rendered":"<div class=\"pf-content\"><p style=\"text-align: center;\"><b>PALESTRANTES NACIONAIS<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><a href=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/bagno.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-975\" alt=\"bagno\" src=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/bagno.png\" width=\"200\" height=\"260\" \/><\/a>MARCOS BAGNO<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00cdTULO DA PALESTRA:<\/b><b> <i>&#8220;POR UMA GRAM\u00c1TICA BRASEILEIRA&#8221;.<\/i><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marcos Bagno \u00e9 professor da Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Escritor, poeta e tradutor, se dedica \u00e0 pesquisa e \u00e0 a\u00e7\u00e3o no campo da educa\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, com interesse particular no impacto da sociolingu\u00edstica sobre o ensino. Mant\u00e9m colunas mensais nas revistas <i>Caros Amigos<\/i> e <i>Carta na educa\u00e7\u00e3o;<\/i> \u00e9 constantemente convidado a fazer confer\u00eancias e a ministrar cursos no Brasil, na Argentina, no Urugai, no Paraguai, na Espanha e no Canad\u00e1. Tem diversos livros publicados, entre os quais se destacam <i>A l\u00edngua de Eul\u00e1lia \u2013 novela sociolingu\u00edstica; Preconceito lingu\u00edstico \u2013 o que \u00e9, como se faz; Portugu\u00eas ou brasileiro? Um convite \u00e0 pesquisa; L\u00edngua materna \u2013 letramento, varia\u00e7\u00e3o e ensino; A norma oculta \u2013 l\u00edngua &amp; poder na sociedade brasileira; Nada na l\u00edngua \u00e9 por acaso \u2013 por uma pedagogia da varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica.<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><a href=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/fabricio.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-977\" alt=\"fabricio\" src=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/fabricio.png\" width=\"200\" height=\"260\" \/><\/a>FABR\u00cdCIO CARPINEJAR<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00cdTULO DA PALESTRA:<\/b><b> (A DEFINIR)<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fabr\u00edcio Carpi Nejar, ou Fabricio Carpinejar, como passou a assinar em 1998 (Caxias do Sul, 23 de outubro de 1972) \u00e9 um poeta, cronista e jornalista brasileiro. \u00c9 filho dos poetas Carlos Nejar e Maria Carpi. Ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o dos pais, em 1981, passou a ser criado pela m\u00e3e. Ingressou em 1990 no curso de jornalismo, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde formou-se em 1995. Pela mesma institui\u00e7\u00e3o tornou-se mestre em Literatura Brasileira, em 2002. Lan\u00e7ou <i>As solas do sol<\/i>, em 1998. A partir desse momento une seus sobrenomes e passa a assinar: Carpinejar. Em 2003 publicou, pela editora Companhia das Letras, a antologia <i>Caixa de sapatos<\/i>, que lhe conferiu notoriedade nacional. Mant\u00e9m o blog <i>Consult\u00f3rio Po\u00e9tico<\/i> no portal Globo.com. Em 6 de mar\u00e7o de 2012, estreou como apresentador do programa A M\u00e1quina, na TV Gazeta. Desde maio de 2011 mant\u00e9m a coluna que antes era ocupada por Moacyr Scliar no jornal Zero Hora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><a href=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/secchin.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-981\" alt=\"secchin\" src=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/secchin.png\" width=\"200\" height=\"260\" \/><\/a>ANTONIO CARLOS SECCHIN<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00cdTULO DA PALESTRA:<\/b><b> O CENTEN\u00c1RIO DE RUBEM BRAGA<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e9timo ocupante da Cadeira n\u00ba 19, eleito em 3 de junho de 2004, na sucess\u00e3o de Marcos Almir Madeira e recebido em 6 de agosto de 2004 pelo acad\u00eamico Ivan Junqueira. Antonio Carlos Secchin nasceu no Rio de Janeiro em 10 de junho de 1952. Filho de Sives Secchin e de Victoria Regia Fuzeira Secchin. At\u00e9 os 6 anos morou em Cachoeiro de Itapemirim. Desde 1959 reside no Rio de Janeiro. \u00c9 Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982). Professor de Literatura Brasileira das Universidades de Bordeaux, (1975-1979), Roma (1985), Rennes (1991), M\u00e9rida (1999),N\u00e1poles (2007), Paris Sorbonne (2009) e da Faculdade de Letras da UFRJ, onde foi aprovado (1993), por unanimidade, com nota m\u00e1xima, em concurso p\u00fablico para professor titular. Orientou 24 disserta\u00e7\u00f5es de mestrado, 13 teses de doutorado e 3 pesquisas de p\u00f3s-doutorado. Ministrou 48 cursos e participou de 177 bancas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, no pa\u00eds e no exterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: ABL<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><a href=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/paulo_lins.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-980\" alt=\"paulo_lins\" src=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/paulo_lins.png\" width=\"200\" height=\"260\" \/><\/a>PAULO LINS<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00cdTULO DA PALESTRA<\/b>: <b>DESDE QUE O SAMBA \u00c9 SAMBA, SUB\u00daRBIA E CIDADE DE DEUS<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paulo Lins \u00e9 um escritor brasileiro que ganhou fama com a publica\u00e7\u00e3o, em 1997, do livro <i>Cidade de Deus<\/i>, sobre a vida nas favelas do Rio de Janeiro. Morador da favela carioca Cidade de Deus, come\u00e7ou como poeta nos anos 1980 como integrante do grupo Cooperativa de Poetas, por onde publicou seu primeiro livro de poesia: <i>Sobre o sol<\/i> (UFRJ, 1986). Graduado no curso de Letras, foi contemplado &#8211; em 1995 &#8211; com a Bolsa Vitae de Literatura. Participou como assistente de um estudo sociol\u00f3gico e nesse per\u00edodo escreveu <i>Cidade de Deus<\/i>. Em 2002, o diretor Fernando Meirelles produziu o filme <i>Cidade de Deus<\/i>, com base no livro, que recebeu quatro indica\u00e7\u00f5es ao Oscar 2004 (melhor diretor, melhor fotografia, melhor montagem e melhor roteiro adaptado) e foi indicado para o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro. O roteiro \u00e9 de Br\u00e1ulio Mantovani. Ap\u00f3s, fez roteiros para alguns epis\u00f3dios de <i>Cidade dos Homens<\/i>, da TV Globo, e o roteiro do filme Quase dois irm\u00e3os, de 2004, de L\u00facia Murat, que recebeu o pr\u00eamio de melhor roteiro da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte (APCA), em 2005. Mais recentemente, Paulo Lins trabalhou com Ren\u00e9 Sampaio, no roteiro de mais um longa-metragem, adapta\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica da letra da can\u00e7\u00e3o de Renato Russo, <i>Faroeste Caboclo. <\/i>Sua obra tem atra\u00eddo interesse acad\u00eamico na forma de v\u00e1rios artigos, disserta\u00e7\u00f5es e at\u00e9 mesmo teses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><a href=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/bechara.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-976\" alt=\"bechara\" src=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/bechara.png\" width=\"200\" height=\"260\" \/><\/a>EVANILDO BECHARA<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00cdTULO DA PALESTRA:<\/b><b> QUAIS S\u00c3O OS PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DO NOVO ACORDO ORTOGR\u00c1FICO?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Evanildo Cavalcante Bechara (Recife, 26 de fevereiro de 1928) \u00e9 um professor, gram\u00e1tico e fil\u00f3logo brasileiro. \u00c9 membro correspondente da Academia das Ci\u00eancias de Lisboa e doutor <i>honoris causa<\/i> pela Universidade de Coimbra. Professor Titular e Em\u00e9rito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), al\u00e9m de titular da cadeira n\u00ba 16 da Academia Brasileira de Filologia e da cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras. \u00c9 autor de v\u00e1rias das principais gram\u00e1ticas da l\u00edngua portuguesa destinadas tanto ao p\u00fablico leigo quanto a profissionais da \u00e1rea: <i>Moderna Gram\u00e1tica Portuguesa<\/i> (37.\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Rio de Janeiro\u00a0: Editora Lucerna, 1999); <i>Gram\u00e1tica Escolar da L\u00edngua Portuguesa<\/i> (1.\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Rio de Janeiro\u00a0: Editora Lucerna, 2001); <i>Li\u00e7\u00f5es de Portugu\u00eas pela An\u00e1lise Sint\u00e1tica<\/i> (18.\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Rio de Janeiro\u00a0: Editora Lucerna, 2004). \u00c9 ainda editor da revista <i>Conflu\u00eancia<\/i>, dedicada a temas lingu\u00edsticos, editada pelo Liceu Liter\u00e1rio Portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><a href=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nicola.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-978\" alt=\"nicola\" src=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/nicola.jpg\" width=\"200\" height=\"260\" \/><\/a>JOS\u00c9 DE NICOLA<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00cdTULO DA PALESTRA:<\/b><b> O CL\u00c1SSICO E O POPULAR EM <i>ORFEU DA CONCEI\u00c7\u00c3O<\/i>, DE VIN\u00cdCIUS DE MORAES<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jos\u00e9 de Nicola nasceu em S\u00e3o Paulo, no tradicional bairro do Bexiga. Depois de quarenta anos, trocou a movimentada cidade pelas pacatas montanhas de Bragan\u00e7a Paulista. \u00c9 professor de literatura desde 1968, tendo lecionado em diversas escolas particulares de Ensino M\u00e9dio e tamb\u00e9m em cursinhos preparat\u00f3rios para exames vestibulares. Desde 1984, tem se dedicado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de livros did\u00e1ticos para o ensino de L\u00edngua Portuguesa, Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa e Reda\u00e7\u00e3o, todos publicados pela Editora Scipione.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Editora Scipione<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><a href=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/lucio_asfora1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-985 alignleft\" alt=\"lucio_asfora1\" src=\"http:\/\/www.salipi.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/lucio_asfora1.jpg\" width=\"200\" height=\"260\" \/><\/a>L\u00daCIO ASFORA<\/b><\/p>\n<p><b>T\u00cdTULO DA PALESTRA:<\/b><b> <\/b><b>A Atualidade e o Vigor da Literatura de Perm\u00ednio Asfora nos 100 anos de seu Nascimento<\/b><b><i>.<\/i><\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">L\u00facio Asfora \u2013 Jornalista, nasceu em Macei\u00f3, Alagoas. Ingressou, em 1959, aos 16 anos no <i>Jornal do Commercio<\/i> do Recife, dirigido pelo tio materno Esmaragdo Marroquim, mestre de duas gera\u00e7\u00f5es de profissionais que se destacaram na imprensa do pa\u00eds. \u201cCom ele aprendi que aquele era um of\u00edcio de homens livres\u201d \u2013 afirma L\u00facio. Vivendo desde 1952 no Rio, completaria seu aprendizado, na mesma empresa, em 1963. Em 64 e 65, estagiou e foi rep\u00f3rter do <i>Jornal do Brasil<\/i>; e em 68 e 70; ap\u00f3s duas breves passagens pelo <i>Globo<\/i>, em 72 e em 74, como rep\u00f3rter geral e de pol\u00edtica, assumiu a chefia de reportagem e a editoria pol\u00edtica de <i>\u00daltima Hora<\/i>. Dali saiu, em 78, para a sucursal carioca de <i>O Estado de S\u00e3o Paulo<\/i>, onde exerceu, at\u00e9 1983, as fun\u00e7\u00f5es de rep\u00f3rter e de redator pol\u00edtico. Presidente do Comit\u00ea de Imprensa da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, numa elei\u00e7\u00e3o onde votaram cerca de 100 jornalistas, deixou aprovados os Estatutos que lhe restitu\u00edram os princ\u00edpios preconizados pelos fundadores, \u00e0 \u00e9poca da C\u00e2mara dos Deputados. Formado em Direito pela Faculdade C\u00e2ndido Mendes, escrevente-juramentado da Justi\u00e7a, em dois per\u00edodos, pediu demiss\u00e3o, em 1993, para reintegra-se, anistiado, aos quadros do Incra como advogado. Quatro anos depois aposentou-se. Foi ainda Chefe de gabinete da presid\u00eancia do Banerj, no primeiro Governo Brizola, a convite deste, apoiando, como respons\u00e1vel por sua \u00e1rea cultural, iniciativas do Sindicato dos Jornalistas, da ABI de Barbosa Lima, do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras e do Instituto Bertold Brecht.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Confid\u00eancias no Largo da Segunda-Feira \/ Orelha do Livro<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PALESTRANTES NACIONAIS \u00a0 MARCOS BAGNO T\u00cdTULO DA PALESTRA: &#8220;POR UMA GRAM\u00c1TICA BRASEILEIRA&#8221;. Marcos Bagno \u00e9 professor da Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Escritor, poeta e tradutor, se dedica \u00e0 pesquisa e \u00e0 a\u00e7\u00e3o no campo da educa\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, com interesse particular no impacto da sociolingu\u00edstica sobre o ensino. 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