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Salipi é lançado no dia nacional do livro infantil

Nesta quarta-feira (18) é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil, data em que também se comemora o nascimento de Monteiro Lobato, um dos principais escritores de literatura infantil do País.
A data também foi escolhida para o lançamento da 10º edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi).
O Salão do Livro do Piauí chega a sua 10ª edição no ano de 2012. O evento que já faz parte do calendário do estado (do Piauí) irá homenagear o escritor Francisco Pereira da Silva, além do centenário de Jorge Amado, Luís Gonzaga e Nelson Rodrigues.
O lançamento oficial do Salipi 2012 acontecerá hoje (18) às 19hs no Palácio da Música em Teresina. O Salipi é coordenado e executado pela Fundação Quixote.
Dia Nacional do Livro Infantil
O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília marcaram a história da literatura infantil.
A obra mais difundida do autor é o “Sítio do Pica-Pau Amarelo”. Uma das declarações mais marcantes de Lobato de incentivo a prática da leitura entre as crianças foi: “No dia em que todas as cidades do Brasil tiverem uma biblioteca infantil, o Brasil está a salvo de todos os males, porque todos os males do Brasil têm uma causa única: a ignorância dos adultos, justamente porque não lhes foi despertado o amor pela leitura quando eram crianças”.
10º SALIPI: alguns nomes já confirmados

O 10º SALIPI – Salão do Livro do Piauí, edição 2012, será realizado entre os dias10 e 17 de junho, no Complexo da Praça Pedro II, em Teresina. O homenageado deste ano é o teatrólogo piauiense, Francisco Pereira da Silva, autor da renomada peça: Raimunda Pinto, sim senhor!
O salão homenageará também o centenário de nascimento de Nelson Rodrigues, Jorge Amado e Luiz Gonzaga.
Já está confirmado no quadro Bate papo literário, o lançamento do livro de crônicas do professor, Francisco de Assis Sousa, “Sorria, enquanto é tempo!.
A nossa produção, em contato com a coordenação do evento, apurou, em primeira mão, alguns nomes já confirmados para participarem da 15ª edição do seminário LINGUA VIVA que será realizado nas dependências do teatro 4 de setembro. Acompanhe, abaixo:
Bruna Lombardi
Ignácio de Loyola Brandão – quando o autor se apaixona pelo seu biógrafo
Sônia Rodrigues
Cláudio Nicoletti
José Castello – ficção e realidade: minha experiência com Ribamar
Ana Luisa (Portugal)
Roxana Pineda Labairo (Cuba)
Sérgio Santa’Anna – a minha própria escrita
Cristóvão Tezza – literatura e incerteza
Marcelino Freire – amar é crime e outras paradas culturais
Pe. Bruno Lira – o professor-sócio interacionista e @ inclusão escolar
Silvana Callixto
Adriano Lobão
José de Nicola – o conceito de poesia na obra de Ferreira Gullar
Lorena Menon
Graça Targino
Bárbara Olímpia.
Fonte: prof. Francisco de Assis Sousa
Salipi faz homenagem a Marcus Peixoto no lançamento da edição 2012

O Salão do Livro do Piauí (Salipi) fez homenagem ao publicitário Marcus Peixoto durante o lançamento da edição 2012, realizado na noite desta quarta-feira (18) no Palácio da Música. Falecido no início de abril, o produtor cultural e idealizador do Piauí Pop e mantinha parceria com o evento literário.
A cada edição do Salipi, o Piauí Pop realizava promoções para interagir com o público jovem, unindo música e literatura. Antes do Salão, escolas eram visitadas pelo Intervalo Pop, que cresceu e virou Caravana Pop, com recitais de poesia e shows musicais na hora do recreio. Além disso, durante o Salipi, cada noite de evento era encerrada com o Quintal Pop. Bandas piauienses se revezavam no palco, incrementando a programação do evento.
No Piauí Pop, um estande do Salipi inseria os participantes no universo da leitura e convidava a todos para a edição seguinte do Salão do Livro do Piauí. A parceria durou de 2004, quando o Piauí Pop nasceu no Jockey Club, a 2009, na sua última edição, no Atlantic City Club.
O professor de dança Helly Batista, que nos deixou em março, também foi lembrado pela organização do Salipi 2012.
Fonte: G1
Salão do Livro do Piauí será lançado hoje

Vem aí o maior evento literário do Estado. A décima edição do Salão do Livro do Piauí – Salipi e 15ª edição do Seminário Língua Viva serão lançadas hoje, 18, às 19h, no auditório do Palácio da Música. O Salão, que acontece no período de 10 a 17 de junho, celebra o teatrólogo Francisco Pereira da Silva – autor de peças que focam o nordeste, como “Raimunda Pinto, Sim Senhor!”.
Este ano, além de Francisco Pereira, o evento celebra ainda o centenário de nascimento do cantor Luiz Gonzaga, do teatrólogo Nelson Rodrigues e do escritor Jorge Amado. Segundo Wellington Soares, um dos organizadores do Salipi, o evento cresce a cada ano, e é importante mantê-lo como referência para a cultura do Estado.
As atividades do Salão irão ocupar o espaço que compreende a Praça Pedro II, Theatro 4 de Setembro, Clube dos Diários e Central de Artesanato Mestre Dezinho, e a expectativa é a de que o evento receba quase 200 mil visitantes.
Confirmada a presença do escritor Ignácio Loyola Brandão no 10º SALIPI

Ignácio de Loyola Lopes Brandão nasceu em Araraquara – SP, no dia 31 de julho de 1936, dia de Santo Ignácio de Loyola, filho de Antônio Maria Brandão, contador, funcionário da Estrada de Ferro Araraquarense, e de Maria do Rosário Lopes Brandão. Foram, ao todo, cinco irmãos: Luiz Gonzaga (1933), Francisco de Assis (1934 – já falecido), Ignácio, José Maria (1946 – já falecido) e João Bosco (1953).
Inicia seus estudos na escola primária de D. Cristina Machado, em 1944, onde cursa o primeiro ano. No ano seguinte transfere-se para a escola da professora D. Lourdes de Carvalho. Seu pai, que chegou a publicar histórias em jornais locais e que conseguiu formar uma biblioteca com mais de 500 volumes, o incentivou a ler desde que foi alfabetizado. Fascinado por dicionários, chegou a trocar com seus colegas de classe palavras por bolinhas de gude e figurinhas. Mais tarde, esse fato acabou se transformando no conto “O menino que vendia palavras”, primeiro a ser publicado pelo autor.
Em 1946, passa a estudar no Colégio Progresso de Araraquara. Participa de concurso de desenho patrocinado pelo Consulado da França com o tema “Como você vê a Paris libertada”, sendo agraciado com os livros “Pinóquio” e “O barba azul”.
Para cursar o ginásio, em 1948 ingressa no Colégio Estadual e Escola Normal Bento de Abreu, hoje Escola Estadual Bento de Abreu. Nesse período escreve seu primeiro romance num caderno, com o título de “Dias de Glória”, policial cuja ação se passa em Veneza.
Em 1955, inicia o curso científico, muito embora admita hoje que foi por engano. “Deveria ter me inscrito no clássico, mais apropriado para quem pretendia se dedicar a Humanas”.
A Folha Ferroviária, semanário da cidade de Araraquara, publica no dia 16 de agosto de 1952 uma crítica do filme “Rodolfo Valentino”, primeiro texto de Ignácio. Dias depois, o jornal Correio Popular daquela cidade a reproduz.
Dado o primeiro passo, o precoce escritor passa a escrever reportagens, críticas de cinema e entrevistas em outro diário de Araraquara, O Imparcial. Nele aprende a arte da tipografia, lidando com composição com linotipo, clichê em zinco e paginação em chumbo. Em 1955 inaugura a primeira coluna social da cidade.
Se apaixona pelo cinema e participa, em 1953, das filmagens de “Aurora de uma cidade”, semidocumentário dirigido por Wallace Leal. No ano seguinte funda o Clube de Cinema de Araraquara.
Concluído o curso científico, em 1956, muda-se para São Paulo e vai trabalhar no jornal Última Hora, tendo ali permanecido por nove anos. Um fato interessante marca sua admissão. Aguardando para ser entrevistado, ouve o chefe de reportagem perguntar quem sabia falar inglês, pois precisava de uma entrevista com o irmão do presidente do Estados Unidos, General Eisenhower, que se encontrava na cidade. Sem pestanejar o biografado disse “Eu sei”. Fez a entrevista, com seu inglês capenga aprendido no ginásio e nos filmes que assistiu em Araraquara. Sua entrevista teve chamada de primeira página. Como seu francês, também aprendido no ginásio, era bem melhor que o inglês, ganhou status de entrevistador de personalidades internacionais.
Seu gosto pelo cinema permanece e, em 1961, participa como figurante de O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte, baseado em peça homônima de Dias Gomes, vencedor no Festival de Cannes em 1962.
No ano seguinte parte para a Itália, onde pretendia trabalhar como roteirista em Cinecittà. Para poder viver por lá, enquanto seu sonho não se realiza, manda reportagens para a Ultima Hora, faz sinopses de roteiros e faz coberturas — como a da morte do Papa João XXIII — para a TV Excelsior. Nessa época afirma que assistiu 53 vezes ao filme “Oito e meio” de Federico Fellini, o que, segundo admitiu, o influenciou na feitura do seu romance “Zero”.
Na sua volta ao Brasil, começa a escrever o romance “Os imigrantes”, com seu amigo araraquarense José Celso Martinez Correa. Nessa época Zé Celso dirigia a peça de grande sucesso, “Os pequenos burgueses”, que Ignácio afirma ter assistido mais de 100 vezes. O romance, por não haver acordo quanto ao nome do personagem principal, não chegou a ser concluído.
Em 1965, usando de uma divulgação inovadora, lança seu primeiro livro: “Depois do sol” (contos).
No ano seguinte começa a trabalhar na revista Cláudia, como redator, chegando a redator chefe dois anos depois.
Em 1968, ocorre o lançamento de “Bebel que a cidade comeu”, seu primeiro romance. O livro é adaptado para o cinema por Maurice Capovilla, com Rossana Ghessa no papel-título e roteiro do próprio Ignácio, Capovilla e Mário Chamie. O filme recebe o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de “Melhor Roteiro Cinematográfico”. Ainda nesse ano, o escritor recebe o Prêmio Especial do I Concurso Nacional de Contos do Paraná por “Pega ele, Silêncio”, publicado posteriormente em “Os melhores contos do Brasil”. Sua mãe falece, aos 60 anos.
Baseado em seu conto “Ascensão ao mundo de Annuska”, publicado em “Depois do sol”, Francisco Ramalho filma “Anuska, manequim e mulher”, em 1969.
No ano seguinte, casa-se com a Maria Beatriz Braga, psicóloga, ligação que duraria até 1978. Trabalha nas revistas “Realidade” e em “Setenta”.
Contratado para editar a versão brasileira de “Planeta”, a primeira revista esotérica do Brasil, em 1972. Nasce seu primeiro filho, Daniel.
Desde 1960 Ignácio tinha na cabeça uma idéia surgida de um conto — sobre um grupo de amigos que vai a uma vila em busca de um garoto que teria música na barriga — escrito para uma antologia de histórias urbanas organizada por Plínio Marcos para a Editora Senzala e que não chegaria a ser lançada. Escreveu, depois, diversas novelas paralelas a ela, ao mesmo tempo em que colecionava recortes de jornais, prospectos e anúncios. Com isso, reuniu material que lhe permitia ter um retrato sem retoques do homem comum, vivendo numa cidade violenta e num clima ditatorial. Em 1974, escreve o romance, com 800 páginas iniciais, sob o título “A inauguração da morte”.
Feita a primeira revisão, são cortadas 150 páginas. Entrega, então, o texto ao amigo e escritor Jorge de Andrade, que sugeriu novos cortes — acatados pelo autor. Jorge comenta o romance com Luciana Stegagno Picchio, que lecionava Literaturas Portuguesa e Brasileira na Universidade de Roma. Luciana se interessa pelo texto, já com o título de “Zero” e, após lê-lo, encaminha o livro para a editora Feltrinelli, de Milão, que o publica em uma série intitulada “I Narratori”, onde Ignácio fica na companhia do ilustre João Guimarães Rosa, único brasileiro até então publicado.
Em 1975, após o lançamento de “Zero” no Brasil, Ignácio participa de inúmeros encontros com seus leitores, debatendo sua obra e a situação do país. No primeiro encontro, realizado no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, ele contou com a presença de João Antônio, Wander Priolli, José Louzeiro, Antônio Torres e Juarez Barroso.
Em julho de 1976 “Zero” recebe o prêmio de “Melhor Ficção”, concedido pela Fundação Cultural do Distrito Federal. Em novembro o livro é censurado pelo Ministério da Justiça e sua venda é proibida. Lança “Dentes ao sol” (romance) e “Cadeiras proibidas” (contos) e, em 1977, o infanto-juvenil “Cães danados”.
Escreve “Cuba de Fidel: viagem à ilha proibida” (livro-reportagem), após participar, em 1978, do júri do Prêmio Casa de Las Américas.
“Zero” é liberado pela censura em 1979. Passa a viver com a jornalista Angela Rodrigues Alves, união que duraria até 1982. Deixa o jornalismo para se dedicar integralmente à literatura.
Nova York, Flórida, Georgetown, Albuquerque, Tucson, San Diego foram as cidades em cujas universidades o autor fez conferências, em 1980, a convide da Fundação Fullbright, dos EUA.
Em 1981, sai o romance “Não verás país nenhum”. Visita a Nicarágua por ocasião das comemorações do segundo aniversário da Revolução Sandinista.
“É gol” (narrativa-homenagem ao futebol) é lançado em 1982. A convite da Fundação Alemã de Intercâmbio Cultural, viaja em março para Berlim, onde permanece por dezesseis meses. Lá, publica “Oh-ja-ja-ja”, uma seleta de seu diário berlinense, ainda inédito em português.
Voltando ao Brasil, em 1983, publica “Cabeças de segunda-feira” (contos).
Em 1984, lança “O verde violentou o muro”, onde narra sua experiência alemã. O senador italiano Amintore Fanfani lhe entrega o Prêmio IILA, do Instituto Ítalo-Latino-Americano, pelo romance “Não verás país nenhum”, publicado na Itália no ano anterior. Assume a vice-presidência da União Brasileira de Escritores, onde permanecerá até 1986.
Participa das Jornadas Literárias na cidade de Passo Fundo (RS), em 1985. Desde então, lá comparece a cada dois anos para participar do evento. Lança o romance “O beijo não vem da boca”.
Em 1986, volta a Berlim, como convidado especial, para participar dos festejos dos 750 anos da cidade. Participa de encontro sobre literatura brasileira promovido pela Universidade de Colônia, na Alemanha, ao lado de João Ubaldo Ribeiro e Haroldo de Campos. Casa-se com a arquiteta Márcia Gullo e participa, como figurante, de “No país dos tenentes”, filme de João Batista de Andrade.
“O ganhador” (romance) e “O homem do furo na mão” (contos) são lançados em 1987. O primeiro receberia, no ano seguinte, os Prêmios Pedro Nava (da Academia Brasileira de Letras) e Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria “Melhor Romance”. “Não verás país nenhum” é encenado no Teatro José de Alencar, em Fortaleza, sob a direção de Júlio Maciel.
Em 1988, lança o volume de contos e crônicas “A rua de nomes no ar”. No ano seguinte, “Manifesto verde”, que havia sido publicado em 1985 como brinde do Círculo do Livro, é lançado comercialmente. Publica o álbum infanto-juvenil “O homem que espalhou o deserto”.
Como diretor de redação da revista Vogue, Ignácio volta ao jornalismo, em 1990. Passa a escrever crônicas para o jornal Folha da Tarde.
“Zero”, um espetáculo de dança realizado pelo Balé da Cidade, inspirado em seu romance homônimo, é apresentado no Teatro Municipal de São Paulo no ano de 1992. Vai à Zurique, na Suíça, onde participa de leituras de sua obra.
Em 1993, começa a escrever uma crônica no caderno “Cidades” de “O Estado de São Paulo” que, a partir de 2000, seria transferida para o “Caderno 2?. Seu pai falece, aos 88 anos.
No ano de 1995 realiza três lançamentos: “O anjo do adeus” (romance), “Strip-tease de Gilda” (crônicas) e “O menino que não teve medo do medo” (infanto-juvenil).
Afligido por fortes tonturas, descobre existir um aneurisma cerebral. Submete-se, em maio de 1996, a uma bem-sucedida cirurgia, que dura onze horas.
Publica “Veia bailarina”, em 1997, onde conta sua experiência como aneurisma. Em 15 de abril inaugura, no Instituto Moreira Salles de São Paulo, a série “O escritor por ele mesmo”.
Em 1998, publica “Sonhando com o demônio”, seu terceiro livro de crônicas. No ano seguinte é lançado “O homem que odiava a segunda-feira (contos).
Recebe o Prêmio Jabuti de “Melhor Livro de Contos”, em 2000, por “O homem que odiava a segunda-feira”.
Prefeito Elmano Férrer assegura apoio a 10º edição do Salão do Livro

O prefeito Elmano Férrer (PTB) anunciou nesta sexta, 04/05/2012, a parceria da Prefeitura de Teresina na realização da 10ª edição do Salão do Livro do Piauí. O apoio foi assegurado durante encontro com parte da equipe organizadora do evento. Uma das solicitações apresentadas pela equipe do Salipi foi a iluminação da Praça Pedro II.
“Já estamos trabalhando na melhoria da iluminação em toda cidade e, certamente, a Praça será beneficiada”, garantiu Elmano, destacando ainda que será feito um embelezamento do espaço completo com poda de árvores e trabalhos de pintura. Além disso, o prefeito disponibilizou auxilio com a infraestrutura e logística do Salipi.
De acordo com o prefeito Elmano Férrer, a Prefeitura de Teresina não poderia ficar de fora do Salipi pela grande importância do evento para a cultura. “O Salão já faz parte do calendário do piauiense, e consegue transpor barreiras a cada ano”, afirmou.
Para o professor Luiz Romero, membro da comissão organizadora, a parceria da Fundação Quixote, entidade responsável pela realização do Salipi, com a Prefeitura, é essencial para a realização do evento. “Dependemos da colaboração dos órgãos públicos, e a prefeitura sempre está ao nosso lado”, afirmou. Romero enfatiza que o prefeito Elmano Férrer tem interesse genuíno no crescimento do Salão.
O evento, que já homenageou escritores como Fontes Ibiapina, Da Costa e Silva, H. Dobal e Raimundo Santana, este ano celebra o teatrólogo Francisco Pereira da Silva e traz o tema “O fim do mundo é não ler”. O Salipi acontece no período de 10 a 17 de junho, na Praça Pedro II, e já estão confirmadas as participações de Bruna Lombardi, José Castelo, Cristovão Tezza, José de Nicola, Paulo José Cunha e Lorena Menor.
Durante a reunião no Palácio da Cidade, também estavam presentes Jasmine Malta e Edilva Lima, integrantes da organização, além da secretária municipal de Finanças, Vanessa Neiva, e o secretário municipal de comunicação, José Maria Vieira.
Autor: Ivana Souza – Agência Trabalhista de Notícias, com informações da prefeitura de Teresina
10º Salipi: o fim do mundo é não ler

O maior evento literário do Piauí foi lançado ontem (18) no auditório do Palácio da música. O tema “O fim do mundo é não ler “ contraria a previsão Maia de que o mundo acaba no ano de 2012, e afirma que o verdadeiro fim é a ignorância. Em sua décima edição o grande homenageado será o teatrólogo piauiense Francisco Pereira da Silva, e serão lembrados ainda o centenário de nascimento do cantor Luiz Gonzaga, do dramaturgo Nelson Rodrigues e do escritor Jorge Amado.
” O homenageado desta edição colocou o Piauí no circuito nacional. Revelar quem é Francisco Pereira da Silva para o Piauí é para nós gratificante “, explica Kássio Gomes, atual presidente da Fundação Quixote.
Além de manter o caráter internacional, o evento será realizado novamente no centro da cidade, ocupando todo o complexo, que compreende a Praça Pedro II, Theatro 4 de Setembro, Clube dos Diários e Central de Artesanato Mestre Dezinho, o Salão contará com palestras, exibições, exposições e apresentações artísticas.
Segundo Cineas Santos, um dos organizadores do Salipi, uma das grandes particularidades do evento é a apropriação da população. ” Esse salão existe porque o povo do Piauí quer que ele exista”, pontuou.
O produtor Marcos Peixoto e o professor de dança Helly Batista também foram lembrados durante o lançamento do Salão do Livro do Piauí.
Wellington Soares, um dos organizadores do Salão, informou que entre os autores confirmados estão os piauienses Adriano Lobão, Antônio Noronha, Bárbara Olímpio, Cineas Santos, Graça Targino, Paulo José Cunha, Arimatan Martins. Os palestrantes nacionais são Ignácio de Loyola Brandão, Cristovão Tezza, Bruna Lombardi, José Castello, Sônia Rodrigues, José de Nicola, Marcelino Freire e Sérgio Sant’Anna. As palestrantes internacionais são a angolana Isabel Ferreira, a cubana Roxana Pineda e a portuguesa Ana Luisa Amaral.
Fonte: acessepiaui