PALESTRANTES NACIONAIS
TÍTULO DA PALESTRA: “POR UMA GRAMÁTICA BRASEILEIRA”.
Marcos Bagno é professor da Universidade de Brasília (UnB). Escritor, poeta e tradutor, se dedica à pesquisa e à ação no campo da educação linguística, com interesse particular no impacto da sociolinguística sobre o ensino. Mantém colunas mensais nas revistas Caros Amigos e Carta na educação; é constantemente convidado a fazer conferências e a ministrar cursos no Brasil, na Argentina, no Urugai, no Paraguai, na Espanha e no Canadá. Tem diversos livros publicados, entre os quais se destacam A língua de Eulália – novela sociolinguística; Preconceito linguístico – o que é, como se faz; Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa; Língua materna – letramento, variação e ensino; A norma oculta – língua & poder na sociedade brasileira; Nada na língua é por acaso – por uma pedagogia da variação linguística.
TÍTULO DA PALESTRA: (A DEFINIR)
Fabrício Carpi Nejar, ou Fabricio Carpinejar, como passou a assinar em 1998 (Caxias do Sul, 23 de outubro de 1972) é um poeta, cronista e jornalista brasileiro. É filho dos poetas Carlos Nejar e Maria Carpi. Após a separação dos pais, em 1981, passou a ser criado pela mãe. Ingressou em 1990 no curso de jornalismo, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde formou-se em 1995. Pela mesma instituição tornou-se mestre em Literatura Brasileira, em 2002. Lançou As solas do sol, em 1998. A partir desse momento une seus sobrenomes e passa a assinar: Carpinejar. Em 2003 publicou, pela editora Companhia das Letras, a antologia Caixa de sapatos, que lhe conferiu notoriedade nacional. Mantém o blog Consultório Poético no portal Globo.com. Em 6 de março de 2012, estreou como apresentador do programa A Máquina, na TV Gazeta. Desde maio de 2011 mantém a coluna que antes era ocupada por Moacyr Scliar no jornal Zero Hora.
TÍTULO DA PALESTRA: O CENTENÁRIO DE RUBEM BRAGA
Sétimo ocupante da Cadeira nº 19, eleito em 3 de junho de 2004, na sucessão de Marcos Almir Madeira e recebido em 6 de agosto de 2004 pelo acadêmico Ivan Junqueira. Antonio Carlos Secchin nasceu no Rio de Janeiro em 10 de junho de 1952. Filho de Sives Secchin e de Victoria Regia Fuzeira Secchin. Até os 6 anos morou em Cachoeiro de Itapemirim. Desde 1959 reside no Rio de Janeiro. É Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982). Professor de Literatura Brasileira das Universidades de Bordeaux, (1975-1979), Roma (1985), Rennes (1991), Mérida (1999),Nápoles (2007), Paris Sorbonne (2009) e da Faculdade de Letras da UFRJ, onde foi aprovado (1993), por unanimidade, com nota máxima, em concurso público para professor titular. Orientou 24 dissertações de mestrado, 13 teses de doutorado e 3 pesquisas de pós-doutorado. Ministrou 48 cursos e participou de 177 bancas de pós-graduação, no país e no exterior.
Fonte: ABL
TÍTULO DA PALESTRA: DESDE QUE O SAMBA É SAMBA, SUBÚRBIA E CIDADE DE DEUS
Paulo Lins é um escritor brasileiro que ganhou fama com a publicação, em 1997, do livro Cidade de Deus, sobre a vida nas favelas do Rio de Janeiro. Morador da favela carioca Cidade de Deus, começou como poeta nos anos 1980 como integrante do grupo Cooperativa de Poetas, por onde publicou seu primeiro livro de poesia: Sobre o sol (UFRJ, 1986). Graduado no curso de Letras, foi contemplado – em 1995 – com a Bolsa Vitae de Literatura. Participou como assistente de um estudo sociológico e nesse período escreveu Cidade de Deus. Em 2002, o diretor Fernando Meirelles produziu o filme Cidade de Deus, com base no livro, que recebeu quatro indicações ao Oscar 2004 (melhor diretor, melhor fotografia, melhor montagem e melhor roteiro adaptado) e foi indicado para o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro. O roteiro é de Bráulio Mantovani. Após, fez roteiros para alguns episódios de Cidade dos Homens, da TV Globo, e o roteiro do filme Quase dois irmãos, de 2004, de Lúcia Murat, que recebeu o prêmio de melhor roteiro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 2005. Mais recentemente, Paulo Lins trabalhou com René Sampaio, no roteiro de mais um longa-metragem, adaptação cinematográfica da letra da canção de Renato Russo, Faroeste Caboclo. Sua obra tem atraído interesse acadêmico na forma de vários artigos, dissertações e até mesmo teses.
TÍTULO DA PALESTRA: QUAIS SÃO OS PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DO NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO?
Evanildo Cavalcante Bechara (Recife, 26 de fevereiro de 1928) é um professor, gramático e filólogo brasileiro. É membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e doutor honoris causa pela Universidade de Coimbra. Professor Titular e Emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de titular da cadeira nº 16 da Academia Brasileira de Filologia e da cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras. É autor de várias das principais gramáticas da língua portuguesa destinadas tanto ao público leigo quanto a profissionais da área: Moderna Gramática Portuguesa (37.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 1999); Gramática Escolar da Língua Portuguesa (1.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 2001); Lições de Português pela Análise Sintática (18.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 2004). É ainda editor da revista Confluência, dedicada a temas linguísticos, editada pelo Liceu Literário Português.
TÍTULO DA PALESTRA: O CLÁSSICO E O POPULAR EM ORFEU DA CONCEIÇÃO, DE VINÍCIUS DE MORAES
José de Nicola nasceu em São Paulo, no tradicional bairro do Bexiga. Depois de quarenta anos, trocou a movimentada cidade pelas pacatas montanhas de Bragança Paulista. É professor de literatura desde 1968, tendo lecionado em diversas escolas particulares de Ensino Médio e também em cursinhos preparatórios para exames vestibulares. Desde 1984, tem se dedicado à produção de livros didáticos para o ensino de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa e Redação, todos publicados pela Editora Scipione.
Fonte: Editora Scipione
TÍTULO DA PALESTRA: A Atualidade e o Vigor da Literatura de Permínio Asfora nos 100 anos de seu Nascimento.
Lúcio Asfora – Jornalista, nasceu em Maceió, Alagoas. Ingressou, em 1959, aos 16 anos no Jornal do Commercio do Recife, dirigido pelo tio materno Esmaragdo Marroquim, mestre de duas gerações de profissionais que se destacaram na imprensa do país. “Com ele aprendi que aquele era um ofício de homens livres” – afirma Lúcio. Vivendo desde 1952 no Rio, completaria seu aprendizado, na mesma empresa, em 1963. Em 64 e 65, estagiou e foi repórter do Jornal do Brasil; e em 68 e 70; após duas breves passagens pelo Globo, em 72 e em 74, como repórter geral e de política, assumiu a chefia de reportagem e a editoria política de Última Hora. Dali saiu, em 78, para a sucursal carioca de O Estado de São Paulo, onde exerceu, até 1983, as funções de repórter e de redator político. Presidente do Comitê de Imprensa da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, numa eleição onde votaram cerca de 100 jornalistas, deixou aprovados os Estatutos que lhe restituíram os princípios preconizados pelos fundadores, à época da Câmara dos Deputados. Formado em Direito pela Faculdade Cândido Mendes, escrevente-juramentado da Justiça, em dois períodos, pediu demissão, em 1993, para reintegra-se, anistiado, aos quadros do Incra como advogado. Quatro anos depois aposentou-se. Foi ainda Chefe de gabinete da presidência do Banerj, no primeiro Governo Brizola, a convite deste, apoiando, como responsável por sua área cultural, iniciativas do Sindicato dos Jornalistas, da ABI de Barbosa Lima, do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras e do Instituto Bertold Brecht.
Fonte: Confidências no Largo da Segunda-Feira / Orelha do Livro






