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Dança do Ventre movimenta 11º Salipi

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Todas as formas de linguagem têm espaço garantido no Salão do Livro do Piauí (Salipi). Prova disso é que as apresentações do Espaço de Dança Laywilsa Farah, realizadas durante o evento, reuniram grande público.

Com dez anos de atuação, a companhia de dança atende todos os tipos de público e oferece turmas para bailarinos profissionais interessados em Dança do Ventre, ballet, yoga, dança de salão, aulas de forró, zoulk, street dance e jazz.

“Este é o segundo ano que estamos com essa parceria e tem sido muito interessante. As pessoas ficam conhecendo nosso trabalho e, passado o Salipi, nos procuram”, afirma a professora Laywilsa Farah.

A Companhia de Dança funciona na Avenida Homero Castelo Branco, n° 2541, bairro Ininga, zona Leste de Teresina.

Em 2014, Salipi homenageia Gomes Campos

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Ainda no último dia da 11ª edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi), realizado de 02 a 09 de junho, na Praça Pedro II, os coordenadores do evento já começaram a planejar a 12ª edição do Salipi. E, depois de ouvir os participantes do Seminário Língua Viva, professores e convidados, foi batido o martelo.

Em 2014, o dramaturgo piauiense Gomes Campos será o grande homenageado pelo Salão, que este ano reconheceu a contribuição do escritor piauiense Professor Manoel Paulo Nunes à Literatura local. “A partir da zero hora desta segunda, já estamos trabalhando pela realização do 12º Salipi”,destaca o professor Kássio Gomes, presidente da Fundação Quixote, entidade realizadora do Salipi.

Outra novidade para o próximo ano poderá ser a mudança de local do evento, inicialmente realizado no Centro de Convenções de Teresina e agora sediado na Praça Pedro II, no coração do Centro de Teresina. “A Praça nos impõe uma série de dificuldades, como falta de segurança, falta de estacionamento, de acessibilidade a quem precisa. Fora isso, a chuva trouxe muitos transtornos. Por isso, estamos pensando em levar o Salipi para outro local da cidade que tenha condições mais favoráveis para a realização da feira”,completa Kássio.

Independente do espaço em que será realizada, a 12ª edição do Salipi promete ser ainda maior. “Nossa intenção é ampliar a cada ano. O desafio é grande, mas nós que fazemos o Salipi sonhamos um Piauí desenvolvido através da leitura”, afirma Kássio. Para o professor Cineas Santos, embaixador do Salipi, o Salipi precisa continuar porque a cidade precisa. “O Salão precisa existir, precisa continuar porque vocês (plateia) assim desejam”, disse o professor Cineas ao encerrar a solenidade.

Encerramento

Para inspirar a 12ª edição, o Theatro 4 de Setembro foi tomado pela música da banda piauiense Validuaté, responsável por levantar a plateia durante o show e fazer ecoar pelo Complexo Cultural da Praça Pedro II.

Salipi divulga o músico piauiense no Palco Marcus Peixoto


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O Salão do Livro do Piauí conta com o  Palco Marcus Peixoto – também conhecido como “Coreto Acústico”, onde todos os dias a partir das 18h se apresentam diversos artistas piauiense. São apresentações dos mais variados estilos, do clássico ao forró, do rock ao folguedo, do reggae ao cordel, da MPB ao gospel.

” O objetivo do Palco é divulgar a música produzida no Piauí. No espaço toca desde o artista iniciante ao já consagrado “, ressalta a organizadora do Espaço, Lucila Martins.

No entorno do espaço foram montadas barracas para a comercialização de comidas e aperitivos típicos do Estado.

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Já passaram pelo palco nomes como Vavá Ribeiro, Soraya Castelo Branco, Débora Rodrigues, Walter Júnior, dentre outros. A noite desta sexta-feira, 7,  será animada pelos grupos “Os Cara Preta”  e  Amarelo Cajuína. A noite de sábado contará com a animação de Sandro Moura e dos Radiofônicos e fechando a programação no domingo o reggae do Cochá e o agito do Groove da Negona.

O grande homenageado da 11ª edição do Salipi  é o escritor piauiense Manoel Paulo Nunes,  membro da Academia Piauiense de Letras, presidente do Conselho Municipal de Cultura e o primeiro nome do modernismo no Piauí.

Centenário de Permínio Asfora marca palestra do Salipi

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Jornalista com extensa experiência nos grandes jornais brasileiros, Lúcio Asfora foi o palestrante que abriu a programação do Seminário Língua Viva, na 11ª edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi), nesta quarta, dia 5.

Filho do escritor piauiense Permínio Asfora, homenageado pelo Salipi deste ano, Lúcio apresentou à plateia do Theatro 4 de Setembro os detalhes da literatura refinada de seu pai, falecido em 2001, no Rio de Janeiro, onde viveu com a família por cinquenta anos. “Meu pai viveu de 1951 a 2001 no Rio, mas sempre foi um piauiense apaixonado por esta terra”, afirma Lúcio, que observa nas obras assinadas por seu pai um carinho especial às raízes da família de sua avó paterna, radicada nas regiões de Valença e Pimenteiras, ao Sul do Piauí.

Esta é a segunda vez que Lúcio Asfora vem ao Piauí com a missão de compartilhar com os conterrâneos de Permínio o legado deixado pelo escritor. Na palestra, que ressaltou o centenário de nascimento de Permínio, Lúcio relata o processo que culminou na conclusão do livro “Confidências no Largo da Segunda-Feira”, iniciado por Permínio. “Depois que papai morreu, achei cadernos e mais cadernos escritos à mão. A princípio, achei que tinha ali um livro inteiro escrito. Ao ler tudo, percebi que não tinha um começo e nem fim. Decidi continuar a história, criar personagens e encerrar o livro. Ficava me perguntando a cada instante: o que papai diria? O que ele pensava sobre isso?”,relata Lúcio, que garante ter encontrado nas recordações as respostas que garantiram a sintonia na escrita a quatro mãos ao ponto de serem imperceptíveis à crítica os momentos de transição entre os autores.

Sobre a homenagem realizada pela 11ª edição do Salipi, Lúcio afirma ser uma iniciativa que gratifica toda a família e retribui o carinho que Permínio nutria pelo seu Estado natal. “Tudo que vem a redundar na permanência da memória de papai é muito bem vindo”, afirma.

Programação segue com palestras

Nesta quinta-feira, dia 6, o Salipi inicia suas atividades às 08 horas com a palestra “O Avesso da Pirataria”, proferida pelo professor Cineas Santos, no Theatro 4 de Setembro. Às 10 horas, o palco será dedicado ao “Centenário de Domingos Fonseca” com palestra de Wilson Seraine, Pedro Costa e Wagner Ribeiro.

À tarde, as investigações antropológicas e arqueológicas acerca do patrimônio cultural piauiense serão discutidas durante palestra da professora Andrea Scabello, Doutora em Arqueologia e docente da Ufpi.

Para encerrar a programação de palestras, o tema “Desde que o samba é samba / Subúrbia / Cidade de Deus” será apresentado pelo carioca Paulo Lins.

Salão do Livro tem palestras com tradução simultânea de libras

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Quem assistir às palestras do Salão do Livro do Piauí – Salipi este ano, perceberá algo diferente. No palco, além do apresentador e do palestrante, está presente também um intérprete da língua brasileira de sinais para deficientes auditivos. Amanhã, 5 de junho, o Salão receberá diversos grupos de pessoas com deficiências físicas, que visitarão o local durante o período da manhã.
Além da tradução simultânea das palestra noturnas, outra novidade é o piso tátil na praça Pedro II, e placas e cartões em braile. As mudanças ficaram a cargo do instituto Comradio do Brasil, organização que já desenvolve diversos projetos de inclusão da pessoa com deficiência em todo o Piauí.
Realizado no Complexo Cultural da Praça Pedro II, o Salão segue até domingo, 9, com atividades variadas, que incluem palestras, apresentações musicais e contação de histórias especialmente para o público infantil.
A expectativa da organização é a de que, até o domingo, o espaço receba 200 mil pessoas. Este ano, o Salipi homenageia o escritor Manoel Paulo Nunes e lembra outros nomes célebres da cultura brasileira que, em 2013, completariam 100 anos de idade: Vinícius de Moraes, Rubem Braga e Permínio Asfora.
Programação de quarta
Amanhã, 5, a programação do Salipi continua com palestra de Lúcio Asfora, filho do homenageado Permínio Asfora, às 8h, seguida de Roberto Muniz, às 10h, abordando “O Príncipe, o Mocinho ou o Herói podem ser gays!”. Paulo José Cunha fala sobre Torquato Neto às 15, e às 19h é a vez do autor carioca Fabrício Carpinejar e a palestra “A Trajetória do Escritor”.
Serviço:
11º Salipi
De 02 a 09/06
Praça Pedro II, Centro de Teresina
 
Mais informações:
Assessoria de imprensa – Biá Linhares – 9419-3667, Elizângela Carvalho – 8801-5184 e Marina Farias – 9942-0452 

Salipi segue com programação diversificada nesta terça-feira

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O piauiense Claudio Said, foi o primeiro palestrante desta terça-feira, 4, com a palestra ” Vaidade, poeira e vento” retrato da influência  dos cantadores e cangaceiros no cotidiano das populações sertanejas”. As 15h os piauienses Francisco Alcides, Elizângela Barbosa e Denilson Botelho ministrarão a palestra  ” Afinal, pra que serve a história?”.

Fechando a programação, às 19h, o escritor paulistano José de Nicola ministrará a palestra ” O clássico e o popular em Orfeu da Conceição, de Vinícius de Moraes “

Paralelo ao Seminário Língua Viva o Salipi conta com a feira de livros, O bate-papo literário, Coreto Musical e as oficinas destinadas ao público infantil.

Em sua 11 edição, o Salão do Livro do Piauí acontece até o dia 9 de junho no Complexo Cultural da praça Pedro II, no Centro.

 

Manuel Paulo Nunes será o grande homenageado do 11º Salipi

O último dia da décima edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi) marcou o início dos preparativos para a 11ª edição do evento, que deverá acontecer no mês de junho de 2013 e terá como principal homenageado o escritor, presidente do Conselho Estadual de Cultura e membro da Academia Piauiense de Letras, Manuel Paulo Nunes.

Manuel Paulo Nunes

“No próximo ano, vamos homenagear um escritor piauiense que ainda está em plena atividade e que engrandece a literatura piauiense. Vamos homenagear ainda o centenário de Permínio Asfora e vamos preparar um espaço em homenagem ao professor Marcílio Rangel”, anunciou o presidente da Fundação Quixote, Kássio Gomes, na solenidade de encerramento do Salipi, no Theatro 4 de Setembro.

Além de deflagrar o início dos preparativos para a próxima edição do salão, o encerramento foi marcado pela emoção do professor Wellington Soares, um dos idealizadores do Salipi, que deixa a linha de frente da organização para encaminhar projetos pessoais. “Nesses dez anos, tivemos a certeza de que o Piauí dá bons frutos. O Salipi é do Piauí e, certo de que este é um projeto consolidado, peço licença para me afastar da linha de frente”, disse sob forte emoção.

A emoção da noite foi encerrada com a apresentação da Orquestra Tamoio, que levou ao palco do Theatro 4 de Setembro as músicas de baile que embalam gerações pelos salões de dança.

Despedida de Wellington Soares marca encerramento do Salipi

A 10ª edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi) foi encerrada na noite desde domingo (17) em um clima de confraternização entre visitantes, livreiros, organizadores, autoridades e escritores.

Com a sensação de dever cumprido, os professores Cineas Santos, Wellington Soares, Luiz Romero, Jasmine Malta, Edilva Barbosa e Kássio Gomes, diretores da Fundação Quixote – entidade organizadora do Salão – agradeceram a todos os que participaram direta e indiretamente da semana dedicada aos livros, vivida no período de 10 a 17 de junho no Complexo Cultural da Praça Pedro II.

 “Ficamos satisfeitíssimos com o evento neste ano. Agradecemos muito o apoio de todos. O Salão do Livro planta a semente da leitura a cada ano”, afirmou Kássio Gomes, presidente da Fundação Quixote, entidade organizadora do Salipi. Ele agradeceu ainda por todos os resultados advindos do evento e que atingem tantas pessoas no Piauí.

A noite de encerramento foi marcada ainda pelo anúncio da homenagem ao escritor Manoel Paulo Nunes, na 11ª edição do Salão do Livro do Piauí, em 2013.Além da despedida, do professor Wellington Soares, que deixa a organização do evento.

 “ De tudo que fiz na vida, o Salipi foi uma das atividades mais prazerosas e marcantes, daí ter me doado tanto em sua organização ao longo desses anos. Vou me dedicar agora, a outros projetos culturais no Estado, como a revista Revestrés e o Programa Educa Piauí”, disse Welllington Soares, bastante emocionado.

TOP Livros doa 300 livros

No último dia do Salão do Livro do Piauí o gerente da TOP Livros Marcelo Gonzaga, doa 300 livros para a Fundação Quixote. A ideia é que esses livros sejam doados para crianças carentes. “ Sempre estamos doando livros, essa é uma forma de incentivar a leitura em crianças e jovens”, explica Marcelo.

Marcelo Gonzaga

Segundo Jasmine Malta, coordenadora do Salipi, os livros serão doados para Fundação Ariane. Há 22 anos no mercado e pela primeira vez participando do SALIPI, a TOP Livros, empresa de Curitiba no Paraná, retornará em 2013 em um estande maior e com novidades para o público piauiense. “ Só faltava participar do Salipi, agora podemos dizer que a TOP Livros participa de todas as feiras e bienais do País”, finaliza Marcelo.

 

“Zé Corisco e Seus Amores”

Jasmine Malta e Elci Martins

Escrito para despertar a curiosidade da criança pela leitura e pela cidade onde vivem o livro “ Zé Corisco e Seus Amores ”, autoria de Elci Martins, leva o leitor a um passeio por Teresina no ritmo do cordel. Editado pela professora Jasmine Malta e impresso na Gráfica O DIA, os personagens da obra estão diretamente ligado à cultura popular: Zé Corisco, Né da Mocha, Teresa e Cristina circulam por versos que são uma verdadeira declaração de amor a Teresina e uma homenagem a repentistas e cordelistas nordestinos.

O cordel conta de uma forma divertida a mudança da capital piauiense, de Oeiras para a Chapada do Corisco, ao mesmo tempo em que mostra os pontos turísticos da capital, a comida típica etc. Em meio a esse passeio pela cidade, Zé Corisco vê Teresina em forma de duas mulheres: uma, a Teresa, está ligada na tecnologia, na roupa de griffe, nos trejeitos que lhe dão um ar contemporâneo, enquanto a outra, Cristina, é uma mulher brejeira com dengo de menina, mas afeita às manifestações culturais do povo. No final do passeio ele chega à conclusão de que Teresina é a cidade maravilhosa.

Ilustrado por Jonatas Almeida, o livro é atraente, colorido, bem ao gosto da criançada. Elci Martins entre um assunto e outro faz questão de lembrar que a ideia da obra foi de Eldina Soares, irmã e incentivadora.