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O Piauí é aqui

Cristovão Tezza

Não, leitor amável, não é uma metáfora: eu estou realmente no Piauí: em Teresina, convidado do Salão do Livro. Peguei um ônibus aéreo em Curitiba, com 13 graus, e rompi os céus em direção a Salvador; de lá, disparamos para Fortaleza, onde fiz a conexão. Entrei em outro busão carregado e desci à meia-noite em Teresina, com espírito patriota – como o Brasil é grande! Atravessei uma Europa!

A recepção foi calorosa, em todos os sentidos: 30 graus!, mais a gentileza do pessoal de apoio do Salão do Livro, que já tem dez anos de vida e hoje está internacional. Deixaram-me no hotel, onde mergulhei no ar condicionado e dormi sem sonhos. Manhã de sábado, café tomado, fui passear sem rumo, o que sempre faço. Em meia quadra comecei a suar. O calor é brabo. Como em toda parte, também no Piauí o Brasil vive em voz alta: ônibus, motos, igrejas, lojas, pipoca, barulho, música e comércio, um mar de gente, alto-falantes e carros. Mas em nenhum momento me pedem esmola, o que, habitante de Curitiba, me surpreende.

Perco-me numa praça, quase entro num shopping popular, circulo entre fachadas antigas e placas comerciais gigantescas, contemplo o metrô aéreo – Teresina tem uma linha de metrô – e, decididamente sem vocação para turista, suado e cansado, todo curitibano é um Dr. Livingstone perdido no mundo, volto sedento ao hotel, dobrando 15 quadras à esquerda e à direita. No caminho, dou de cara com um rio imenso, silencioso e tranquilo, cortando o verde pálido das margens, uma ponte bonita adiante – e, olhos nas águas, me concentro alguns minutos neste Brasil profundo, natural, lento e indiferente.

No almoço, depois de atravessar a cidade por uma avenida bem cuidada, com espaço generoso para pedestres, experimento a melhor carne de sol do mundo (é verdade!), bebo cajuína gelada e converso com a brava equipe que vem tocando o Salão do Livro e fazendo do evento uma referência importante deste estado quase inverossímil no imaginário brasileiro, como uma utopia às avessas. Em algum momento, colou-se no Piauí a imagem do atraso, quase uma síntese do país, o que, no panorama nordestino, é injusto. Há números paradoxais: o Piauí tem o terceiro pior índice de desenvolvimento humano entre os estados brasileiros e, ao mesmo tempo, a menor mortalidade infantil e o menor número de homicídios da Região Nordeste. E uma agitação cultural respeitável, de que a bem-humorada revista Revestrés é prova.

À noite, o trabalho – uma conversa sobre literatura no belo Teatro 4 de Setembro, inaugurado em 1894, projeto de um alemão perdido no Piauí. E a casa cheia – sempre me espanta esta valorização crescente do livro no ideário cultural do país, em toda parte, para recuperar décadas de atraso. Na praça em frente, espalham-se as tendas do Salão do Livro, por onde o povo circula livre e sem pagar entrada – o segredo da boa feira.

FONTE: http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?id=1266620

Manuel Paulo Nunes será o grande homenageado do 11º Salipi

O último dia da décima edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi) marcou o início dos preparativos para a 11ª edição do evento, que deverá acontecer no mês de junho de 2013 e terá como principal homenageado o escritor, presidente do Conselho Estadual de Cultura e membro da Academia Piauiense de Letras, Manuel Paulo Nunes.

Manuel Paulo Nunes

“No próximo ano, vamos homenagear um escritor piauiense que ainda está em plena atividade e que engrandece a literatura piauiense. Vamos homenagear ainda o centenário de Permínio Asfora e vamos preparar um espaço em homenagem ao professor Marcílio Rangel”, anunciou o presidente da Fundação Quixote, Kássio Gomes, na solenidade de encerramento do Salipi, no Theatro 4 de Setembro.

Além de deflagrar o início dos preparativos para a próxima edição do salão, o encerramento foi marcado pela emoção do professor Wellington Soares, um dos idealizadores do Salipi, que deixa a linha de frente da organização para encaminhar projetos pessoais. “Nesses dez anos, tivemos a certeza de que o Piauí dá bons frutos. O Salipi é do Piauí e, certo de que este é um projeto consolidado, peço licença para me afastar da linha de frente”, disse sob forte emoção.

A emoção da noite foi encerrada com a apresentação da Orquestra Tamoio, que levou ao palco do Theatro 4 de Setembro as músicas de baile que embalam gerações pelos salões de dança.

Despedida de Wellington Soares marca encerramento do Salipi

A 10ª edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi) foi encerrada na noite desde domingo (17) em um clima de confraternização entre visitantes, livreiros, organizadores, autoridades e escritores.

Com a sensação de dever cumprido, os professores Cineas Santos, Wellington Soares, Luiz Romero, Jasmine Malta, Edilva Barbosa e Kássio Gomes, diretores da Fundação Quixote – entidade organizadora do Salão – agradeceram a todos os que participaram direta e indiretamente da semana dedicada aos livros, vivida no período de 10 a 17 de junho no Complexo Cultural da Praça Pedro II.

 “Ficamos satisfeitíssimos com o evento neste ano. Agradecemos muito o apoio de todos. O Salão do Livro planta a semente da leitura a cada ano”, afirmou Kássio Gomes, presidente da Fundação Quixote, entidade organizadora do Salipi. Ele agradeceu ainda por todos os resultados advindos do evento e que atingem tantas pessoas no Piauí.

A noite de encerramento foi marcada ainda pelo anúncio da homenagem ao escritor Manoel Paulo Nunes, na 11ª edição do Salão do Livro do Piauí, em 2013.Além da despedida, do professor Wellington Soares, que deixa a organização do evento.

 “ De tudo que fiz na vida, o Salipi foi uma das atividades mais prazerosas e marcantes, daí ter me doado tanto em sua organização ao longo desses anos. Vou me dedicar agora, a outros projetos culturais no Estado, como a revista Revestrés e o Programa Educa Piauí”, disse Welllington Soares, bastante emocionado.

TOP Livros doa 300 livros

No último dia do Salão do Livro do Piauí o gerente da TOP Livros Marcelo Gonzaga, doa 300 livros para a Fundação Quixote. A ideia é que esses livros sejam doados para crianças carentes. “ Sempre estamos doando livros, essa é uma forma de incentivar a leitura em crianças e jovens”, explica Marcelo.

Marcelo Gonzaga

Segundo Jasmine Malta, coordenadora do Salipi, os livros serão doados para Fundação Ariane. Há 22 anos no mercado e pela primeira vez participando do SALIPI, a TOP Livros, empresa de Curitiba no Paraná, retornará em 2013 em um estande maior e com novidades para o público piauiense. “ Só faltava participar do Salipi, agora podemos dizer que a TOP Livros participa de todas as feiras e bienais do País”, finaliza Marcelo.

 

“Zé Corisco e Seus Amores”

Jasmine Malta e Elci Martins

Escrito para despertar a curiosidade da criança pela leitura e pela cidade onde vivem o livro “ Zé Corisco e Seus Amores ”, autoria de Elci Martins, leva o leitor a um passeio por Teresina no ritmo do cordel. Editado pela professora Jasmine Malta e impresso na Gráfica O DIA, os personagens da obra estão diretamente ligado à cultura popular: Zé Corisco, Né da Mocha, Teresa e Cristina circulam por versos que são uma verdadeira declaração de amor a Teresina e uma homenagem a repentistas e cordelistas nordestinos.

O cordel conta de uma forma divertida a mudança da capital piauiense, de Oeiras para a Chapada do Corisco, ao mesmo tempo em que mostra os pontos turísticos da capital, a comida típica etc. Em meio a esse passeio pela cidade, Zé Corisco vê Teresina em forma de duas mulheres: uma, a Teresa, está ligada na tecnologia, na roupa de griffe, nos trejeitos que lhe dão um ar contemporâneo, enquanto a outra, Cristina, é uma mulher brejeira com dengo de menina, mas afeita às manifestações culturais do povo. No final do passeio ele chega à conclusão de que Teresina é a cidade maravilhosa.

Ilustrado por Jonatas Almeida, o livro é atraente, colorido, bem ao gosto da criançada. Elci Martins entre um assunto e outro faz questão de lembrar que a ideia da obra foi de Eldina Soares, irmã e incentivadora.

Dança árabe encanta no Salipi

O Salão do Livro do Piauí segue com atividades até domingo, 17. Além dos stands montados onde estão sendo comercializados quase 50 mil títulos por livreiros de todo país, um palco foi montado na praça Pedro II com atrações de dança durante todo dia.

Ontem, 15, a Cia. Laywilsa Farah atraiu um grande número de curiosos. Encantados com os passos sensuais de dança árabe executados no palco, várias pessoas admiraram as bailarinas. Após a apresentação na praça, as bailarinas seguiram para a tenda montada em frente ao Theatro 4 de Setembro, onde estão acontecendo as atividades do Bate-papo Literário.

 Com quase 50 integrantes, a Cia. Laywilsa Farah foi formada há quase 10 anos, e no Salipi apresentou três tipos de dança: com véus, com espada e moderna. “Nossa intenção ao participar do Salão é unir a dança à cultura; infelizmente a dança árabe e do ventre não são muito conhecidas aqui no Piauí”, afirmou a professora e criadora da Companhia, Laywilsa Farah.

Salipi continua com uma programação diversificada

O Salão do Livro do Piauí – Salipi continua com uma programação diversificada atraindo diversos públicos. A feira de livros leva milhares de pessoas a visitar os stands que oferecem livros dos mais variados tipos e preços, contando com a participação de escritores, artistas, editores e livreiros. O espaço organizado pela Fundação Quixote tem como objetivo mobilizar a população para a importância da leitura.

“ Amar é crime e outras paradas culturais ” é o tema da palestra que será ministrada pelo contista Marcelino Freire, com entrada gratuita.

À noite, às 19h o escritor Cristovão Tezza ministra a palestra “Literatura e incerteza”. Paralelo às palestras, tem o bate-papo literário comandado pelo professor Luiz Romero, que traz hoje muitos lançamentos como “Brasil em poesias ontem e hoje / jogando e alfabetizando” de autoria do jornalista piauiense Juscelino Rodrigues. O público infantil também conta com diversas atividades no Circo das Letras.

Mais informações:

Bia Linhares – Assessoria de comunicação – 9419-3667

Marina Farias – Assessoria de comunicação – 9942-0452

A literatura variando de temperatura

Ignácio de Loyola

Meus avós vivem de rendas:

vovó faz

vovô vende

Cineas Santos, poeta piauiense

Não! Eu não me lembrava daquela jovem que estava sentada na primeira fila durante a palestra que fiz em maio de 1977 em Teresina, levado pelo Cineas Santos, homem a quem a literatura brasileira deve uma estátua. Nem poderia imaginar que nos encontraríamos no futuro e ela me daria enorme emoção. Mas antes de chegar a ela, viajemos. Aconteceu assim: desembarcado da Grécia, troquei de mala e segui para Canoas, no Rio Grande do Sul. Sem tempo de me preocupar com fusos horários. Afinal, o que são seis horas mais, seis menos?

 Saí com chuvarada de São Paulo e cheguei a Canoas com céu límpido e uma temperatura de zero grau. Para a 29.ª Feira de Livros, que colocou em pauta 300 eventos entre palestras, oficinas, shows, lançamentos. Perceberam que são quase 30 feiras só naquela cidade? E eu não sabia. A cada dia descubro que o movimento é cada vez maior em relação à literatura e formação de leitor. Que há gente se movendo. E como. Falei para uma plateia de jovens na faixa dos 15 ou 16 anos. No dia seguinte, saí de um Rio Grande do Sul com 2 graus negativos, voltei a São Paulo, onde dei ainda com muita água e 12 graus. Foi tempo de refazer a mala e subir para Teresina, onde me esperavam as comemorações para o 10.º Salipi, o Salão Literário do Piauí, definitivamente integrado à geografia cultural brasileira.

 Em Teresina me vi envolvido numa temperatura de 35 graus, e estava ameno, confesso. Quem conhece a cidade sabe o que digo. Escritor que vive on the road (ou nos céus) tem de ser resistente, ter físico, tomar vitamina C, habituar-se a mudanças súbitas – o País é grande. Porque de lá segui para Recife, onde estive ontem para a Mostra Sesc de Literatura Contemporânea. Recebi 31 graus sobre a pele.

O Salipi, em Teresina, deixou o antigo centro de convenções e ganhou um espaço cultural, histórico e aconchegante, o Teatro 4 de Setembro. Na abertura, uma apresentação de nos fazer chorar, o Coral Nova Geração, formado por cegos.

 O Salão este ano foi dedicado a Francisco Pereira da Silva, dramaturgo, cronista e crítico teatral, cuja obra foi restaurada por Virgilio Costa. Estava tomando um suco de bacuri do Abrahão, instituição em Teresina, quando Virgilio se aproximou. Surpresa. Não só é amigo de uma araraquarense, a Adriana que comanda a livraria Monteiro Lobato em minha cidade, como ainda é filho de Odylo Costa, filho, jornalista a quem fui muito ligado, me ensinou tanto nos tempos em que trabalhei na Abril. Virgilio editou as Obras Completas do pai, um bom poeta, que andava esquecido. Acasos?

Pelo Salipi passaram Cristovão Tezza, José Castello, Sergio Sant’Anna, Salvador Maranhão, Ivan Proença, Aleilton Fonseca, Marcelino Freire, Isabel Ferreira, de Angola, Ivo Machado, poeta português. A presença da cubana Roxana Pineda Labairo estava quase certa, mas a embaixada brasileira em Havana estava embaçando, afinal, parece que nossas relações exteriores são “cubanófilas”, se Fidel e Raúl não querem, nós não queremos… Homenageados por serem centenários foram Jorge Amado, Luiz Gonzaga e Nelson Rodrigues. Sonia Rodrigues estava lá com um livro essencial, Nelson por Ele Mesmo. Viajamos juntos, ela cultua e cultiva a memória do pai, cuja obra foi resgatada, assim como sua biografia. Nelson, quando trabalhei na Última Hora, era visto de vez em quando na redação em São Paulo, eu o contemplava como um ídolo.

 Na segunda-feira passada, de manhã, fui para a Assembleia Legislativa. Estava inquieto, essas coisas mexem comigo. Naquele dia me tornei Cidadão Piauiense. Na hora tive uma notícia triste, Wellington Soares, poeta, fundador da Fundação Dom Quixote, um dos idealizadores e promotores do Salipi, deixa este ano a organização. Wellington sempre foi ponta de lança da cultura do seu Estado. Mas todo mundo quer que ele fique! Com Wellington e sua mulher Lucíola, nome de José de Alencar, descobri os autores, viajei pelo Estado, conheci o Delta do Parnaíba, a carne de sol do tio João, o suco do Abrahão, a Casa Meio Norte, a Escola Dom Barreto, primeira colocada no Enem de 2009, para surpresa do Brasil. Fui à escola, caiu-me o queixo com o nível. Tenho falado sobre tudo isso aqui, no Caderno 2, ao longo destes anos.

Duzentos alunos da Casa Meio Norte estavam na plateia, cantaram para mim. Aqueles jovens que leem cerca de 20 livros por mês, fato inacreditável, estavam ali para abraçar um escritor. Depois, juntos, tomamos cajuína e comemos petiscos piauienses.

A ideia de me dar o título foi da deputada Margarete Coelho. “Mas, a aceitação foi unânime”, ressaltou ela num curto discurso, nada oficial, solto, gostoso. Para terminar a surpresa, Margarete me revelou: “Naquela noite em que você veio pela primeira vez ao Piauí, em maio de 1977, para falar diante de 700 alunos, do romance Zero, recém-proibido, e comentou literatura, cultura, política, vida, amor, liberdade, havia uma jovem na primeira fila, de olhos bem abertos e ouvidos atentos. Ela estava bem à sua frente. Era eu, fui eu, sou eu. Hoje nos reencontramos, agora como conterrâneos”. Acasos?

Luíza Trigo está na programação do Salipi desta sexta

Luiza Trigo

A 10ª Edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi) traz para esta sexta-feira (15),a escritora e cineasta carioca Luíza Trigo.

 A jovem escritora do Rio de Janeiro estará no bate papo-literário, um espaço destinado aos lançamentos de livros e bate-papos com escritores consagrados e principiantes. No espaço ela irá apresentar o livro “Carnaval”, sob mediação do professor Luiz Romero.

Carnaval é o livro de estreia da Luiza Trigo e trata-se de um romance juvenil, lançado no começo do ano pela Editora Rocco, que nos transporta até a cidade de Recife, para passarmos o feriado do carnaval em companhia da jovem Gabi. O lançamento no Salipi está marcado para as 19h.

 Às 10h, o público acompanhará a palestra “¿Amigo verdadero o falso? La construcción del sentido más allá del velo aparente”, da professora Lorena Menon (SP), autora do livro “1001 estrangeirismos de uso corrente em nosso cotidiano”. A obra foi criada em parceria com os professores José de Nicola e Ernani Terra.

Às 15h a palestra é “Piauí: terra dos contrastes”, do médico piauiense Antônio Noronha Filho, conhecido pela forma diferenciada de atender seus pacientes unindo medicina e psicologia. Para as 19h está marcada a palestra “A minha própria escrita”, com o carioca Sérgio Sant’Anna.

A atração musical fica por conta de Soraya Castelo Branco, Os the pé inchado e Nação Negreira.

“7 Chaves e Um Segredo” irá despertar a curiosidade do leitor

Marcio Felipe no bate-papo literário no Salipi

Impactante. É assim que se define o livro ‘7 Chaves e Um Segredo’. Uma obra diferente que gerou curiosidade no mundo acadêmico do Piauí surpreendendo intelectuais pelo forte e rico conteúdo descrito em versos pelo uso de novas formas de linguagens. Escrito pelo multimídia, Márcio Felipe da Rocha e Silva, o livro é recheado de tiradas humorísticas, críticas sócio-políticas e visões sobre o mundo caótico e futurista com ênfase na tecnologia como ferramenta de comunicação do mundo contemporâneo. De acordo com a programação do Salipi, o lançamento da obra está marcado para o dia 16 de junho, às 9h, no Complexo Clube dos Diários – Galeria Lucílio Albuquerque, o autor contará com a presença do público, amigos e familiares para o lançamento do seu livro.

 De acordo com o autor Marcio Felipe, a obra aborda diversos temas atingindo todos os tipos de leitores. Segundo ele, “ (…) o livro ‘7 Chaves e um Segredo’ é um livro escrito para todos os gostos: Do romantismo às críticas sócio-políticas ou se preferir, em tons humorados, de forte teor sociológico e, capazes de descrever e envolver essa nova geração em poemas leves e suaves e, às vezes, em tons fortes e impactantes. O livro tem o objetivo de atingir todos os segmentos de leitores com temas diversificados e abordagens diferenciadas”.

 ‘7 Chaves e Um Segredo’ é referenciado por escritores, literatos, acadêmicos, professores da área de linguística e prefaciado por um dos maiores escritores do Piauí – Herculano Morais (Presidente da Academia de Ciências do Piauí e membro da Academia Piauiense de Letras), que também integra o panteão dos Imortais do nosso Estado, Mestres e Doutores em linguística, e, é atualizado de acordo com a nova ortografia Portuguesa.

 Está obra surpreende e provoca a imaginação do leitor. O autor pretende com este trabalho causar interesse, mesmo daqueles que não são aficcionados por leitura. Nesse sentido, convida que o público passe a participar desse universo tão gostoso de passear por entre as letras. O livro é composto de estratégias de marketing que atiça o imaginário e a curiosidade do leitor.

 Informações: 8848.4460 / 9432.3110 e