Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the adminimize domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/salipi1/domains/salipi.com.br/public_html/site/wp-includes/functions.php on line 6170 Realização e Organização | 12º SALIPI – Salão do Livro do Piauí | Página: 4
Pular para o conteúdo
Escrito para despertar a curiosidade da criança pela leitura e pela cidade onde vivem o livro “ Zé Corisco e Seus Amores ”, autoria de Elci Martins, leva o leitor a um passeio por Teresina no ritmo do cordel. Editado pela professora Jasmine Malta e impresso na Gráfica O DIA, os personagens da obra estão diretamente ligado à cultura popular: Zé Corisco, Né da Mocha, Teresa e Cristina circulam por versos que são uma verdadeira declaração de amor a Teresina e uma homenagem a repentistas e cordelistas nordestinos.
O cordel conta de uma forma divertida a mudança da capital piauiense, de Oeiras para a Chapada do Corisco, ao mesmo tempo em que mostra os pontos turísticos da capital, a comida típica etc. Em meio a esse passeio pela cidade, Zé Corisco vê Teresina em forma de duas mulheres: uma, a Teresa, está ligada na tecnologia, na roupa de griffe, nos trejeitos que lhe dão um ar contemporâneo, enquanto a outra, Cristina, é uma mulher brejeira com dengo de menina, mas afeita às manifestações culturais do povo. No final do passeio ele chega à conclusão de que Teresina é a cidade maravilhosa.
Ilustrado por Jonatas Almeida, o livro é atraente, colorido, bem ao gosto da criançada. Elci Martins entre um assunto e outro faz questão de lembrar que a ideia da obra foi de Eldina Soares, irmã e incentivadora.
O Salão do Livro do Piauí segue com atividades até domingo, 17. Além dos stands montados onde estão sendo comercializados quase 50 mil títulos por livreiros de todo país, um palco foi montado na praça Pedro II com atrações de dança durante todo dia.
Ontem, 15, a Cia. Laywilsa Farah atraiu um grande número de curiosos. Encantados com os passos sensuais de dança árabe executados no palco, várias pessoas admiraram as bailarinas. Após a apresentação na praça, as bailarinas seguiram para a tenda montada em frente ao Theatro 4 de Setembro, onde estão acontecendo as atividades do Bate-papo Literário.
Com quase 50 integrantes, a Cia. Laywilsa Farah foi formada há quase 10 anos, e no Salipi apresentou três tipos de dança: com véus, com espada e moderna. “Nossa intenção ao participar do Salão é unir a dança à cultura; infelizmente a dança árabe e do ventre não são muito conhecidas aqui no Piauí”, afirmou a professora e criadora da Companhia, Laywilsa Farah.
O Salão do Livro do Piauí – Salipi continua com uma programação diversificada atraindo diversos públicos. A feira de livros leva milhares de pessoas a visitar os stands que oferecem livros dos mais variados tipos e preços, contando com a participação de escritores, artistas, editores e livreiros. O espaço organizado pela Fundação Quixote tem como objetivo mobilizar a população para a importância da leitura.
“ Amar é crime e outras paradas culturais ” é o tema da palestra que será ministrada pelo contista Marcelino Freire, com entrada gratuita.
À noite, às 19h o escritor Cristovão Tezza ministra a palestra “Literatura e incerteza”. Paralelo às palestras, tem o bate-papo literário comandado pelo professor Luiz Romero, que traz hoje muitos lançamentos como “Brasil em poesias ontem e hoje / jogando e alfabetizando” de autoria do jornalista piauiense Juscelino Rodrigues. O público infantil também conta com diversas atividades no Circo das Letras.
Mais informações:
Bia Linhares – Assessoria de comunicação – 9419-3667
Marina Farias – Assessoria de comunicação – 9942-0452
Não! Eu não me lembrava daquela jovem que estava sentada na primeira fila durante a palestra que fiz em maio de 1977 em Teresina, levado pelo Cineas Santos, homem a quem a literatura brasileira deve uma estátua. Nem poderia imaginar que nos encontraríamos no futuro e ela me daria enorme emoção. Mas antes de chegar a ela, viajemos. Aconteceu assim: desembarcado da Grécia, troquei de mala e segui para Canoas, no Rio Grande do Sul. Sem tempo de me preocupar com fusos horários. Afinal, o que são seis horas mais, seis menos?
Saí com chuvarada de São Paulo e cheguei a Canoas com céu límpido e uma temperatura de zero grau. Para a 29.ª Feira de Livros, que colocou em pauta 300 eventos entre palestras, oficinas, shows, lançamentos. Perceberam que são quase 30 feiras só naquela cidade? E eu não sabia. A cada dia descubro que o movimento é cada vez maior em relação à literatura e formação de leitor. Que há gente se movendo. E como. Falei para uma plateia de jovens na faixa dos 15 ou 16 anos. No dia seguinte, saí de um Rio Grande do Sul com 2 graus negativos, voltei a São Paulo, onde dei ainda com muita água e 12 graus. Foi tempo de refazer a mala e subir para Teresina, onde me esperavam as comemorações para o 10.º Salipi, o Salão Literário do Piauí, definitivamente integrado à geografia cultural brasileira.
Em Teresina me vi envolvido numa temperatura de 35 graus, e estava ameno, confesso. Quem conhece a cidade sabe o que digo. Escritor que vive on the road (ou nos céus) tem de ser resistente, ter físico, tomar vitamina C, habituar-se a mudanças súbitas – o País é grande. Porque de lá segui para Recife, onde estive ontem para a Mostra Sesc de Literatura Contemporânea. Recebi 31 graus sobre a pele.
O Salipi, em Teresina, deixou o antigo centro de convenções e ganhou um espaço cultural, histórico e aconchegante, o Teatro 4 de Setembro. Na abertura, uma apresentação de nos fazer chorar, o Coral Nova Geração, formado por cegos.
O Salão este ano foi dedicado a Francisco Pereira da Silva, dramaturgo, cronista e crítico teatral, cuja obra foi restaurada por Virgilio Costa. Estava tomando um suco de bacuri do Abrahão, instituição em Teresina, quando Virgilio se aproximou. Surpresa. Não só é amigo de uma araraquarense, a Adriana que comanda a livraria Monteiro Lobato em minha cidade, como ainda é filho de Odylo Costa, filho, jornalista a quem fui muito ligado, me ensinou tanto nos tempos em que trabalhei na Abril. Virgilio editou as Obras Completas do pai, um bom poeta, que andava esquecido. Acasos?
Pelo Salipi passaram Cristovão Tezza, José Castello, Sergio Sant’Anna, Salvador Maranhão, Ivan Proença, Aleilton Fonseca, Marcelino Freire, Isabel Ferreira, de Angola, Ivo Machado, poeta português. A presença da cubana Roxana Pineda Labairo estava quase certa, mas a embaixada brasileira em Havana estava embaçando, afinal, parece que nossas relações exteriores são “cubanófilas”, se Fidel e Raúl não querem, nós não queremos… Homenageados por serem centenários foram Jorge Amado, Luiz Gonzaga e Nelson Rodrigues. Sonia Rodrigues estava lá com um livro essencial, Nelson por Ele Mesmo. Viajamos juntos, ela cultua e cultiva a memória do pai, cuja obra foi resgatada, assim como sua biografia. Nelson, quando trabalhei na Última Hora, era visto de vez em quando na redação em São Paulo, eu o contemplava como um ídolo.
Na segunda-feira passada, de manhã, fui para a Assembleia Legislativa. Estava inquieto, essas coisas mexem comigo. Naquele dia me tornei Cidadão Piauiense. Na hora tive uma notícia triste, Wellington Soares, poeta, fundador da Fundação Dom Quixote, um dos idealizadores e promotores do Salipi, deixa este ano a organização. Wellington sempre foi ponta de lança da cultura do seu Estado. Mas todo mundo quer que ele fique! Com Wellington e sua mulher Lucíola, nome de José de Alencar, descobri os autores, viajei pelo Estado, conheci o Delta do Parnaíba, a carne de sol do tio João, o suco do Abrahão, a Casa Meio Norte, a Escola Dom Barreto, primeira colocada no Enem de 2009, para surpresa do Brasil. Fui à escola, caiu-me o queixo com o nível. Tenho falado sobre tudo isso aqui, no Caderno 2, ao longo destes anos.
Duzentos alunos da Casa Meio Norte estavam na plateia, cantaram para mim. Aqueles jovens que leem cerca de 20 livros por mês, fato inacreditável, estavam ali para abraçar um escritor. Depois, juntos, tomamos cajuína e comemos petiscos piauienses.
A ideia de me dar o título foi da deputada Margarete Coelho. “Mas, a aceitação foi unânime”, ressaltou ela num curto discurso, nada oficial, solto, gostoso. Para terminar a surpresa, Margarete me revelou: “Naquela noite em que você veio pela primeira vez ao Piauí, em maio de 1977, para falar diante de 700 alunos, do romance Zero, recém-proibido, e comentou literatura, cultura, política, vida, amor, liberdade, havia uma jovem na primeira fila, de olhos bem abertos e ouvidos atentos. Ela estava bem à sua frente. Era eu, fui eu, sou eu. Hoje nos reencontramos, agora como conterrâneos”. Acasos?
A 10ª Edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi) traz para esta sexta-feira (15),a escritora e cineasta carioca Luíza Trigo.
A jovem escritora do Rio de Janeiro estará no bate papo-literário, um espaço destinado aos lançamentos de livros e bate-papos com escritores consagrados e principiantes. No espaço ela irá apresentar o livro “Carnaval”, sob mediação do professor Luiz Romero.
Carnaval é o livro de estreia da Luiza Trigo e trata-se de um romance juvenil, lançado no começo do ano pela Editora Rocco, que nos transporta até a cidade de Recife, para passarmos o feriado do carnaval em companhia da jovem Gabi. O lançamento no Salipi está marcado para as 19h.
Às 10h, o público acompanhará a palestra “¿Amigo verdadero o falso? La construcción del sentido más allá del velo aparente”, da professora Lorena Menon (SP), autora do livro “1001 estrangeirismos de uso corrente em nosso cotidiano”. A obra foi criada em parceria com os professores José de Nicola e Ernani Terra.
Às 15h a palestra é “Piauí: terra dos contrastes”, do médico piauiense Antônio Noronha Filho, conhecido pela forma diferenciada de atender seus pacientes unindo medicina e psicologia. Para as 19h está marcada a palestra “A minha própria escrita”, com o carioca Sérgio Sant’Anna.
A atração musical fica por conta de Soraya Castelo Branco, Os the pé inchado e Nação Negreira.
Impactante. É assim que se define o livro ‘7 Chaves e Um Segredo’. Uma obra diferente que gerou curiosidade no mundo acadêmico do Piauí surpreendendo intelectuais pelo forte e rico conteúdo descrito em versos pelo uso de novas formas de linguagens. Escrito pelo multimídia, Márcio Felipe da Rocha e Silva, o livro é recheado de tiradas humorísticas, críticas sócio-políticas e visões sobre o mundo caótico e futurista com ênfase na tecnologia como ferramenta de comunicação do mundo contemporâneo. De acordo com a programação do Salipi, o lançamento da obra está marcado para o dia 16 de junho, às 9h, no Complexo Clube dos Diários – Galeria Lucílio Albuquerque, o autor contará com a presença do público, amigos e familiares para o lançamento do seu livro.
De acordo com o autor Marcio Felipe, a obra aborda diversos temas atingindo todos os tipos de leitores. Segundo ele, “ (…) o livro ‘7 Chaves e um Segredo’ é um livro escrito para todos os gostos: Do romantismo às críticas sócio-políticas ou se preferir, em tons humorados, de forte teor sociológico e, capazes de descrever e envolver essa nova geração em poemas leves e suaves e, às vezes, em tons fortes e impactantes. O livro tem o objetivo de atingir todos os segmentos de leitores com temas diversificados e abordagens diferenciadas”.
‘7 Chaves e Um Segredo’ é referenciado por escritores, literatos, acadêmicos, professores da área de linguística e prefaciado por um dos maiores escritores do Piauí – Herculano Morais (Presidente da Academia de Ciências do Piauí e membro da Academia Piauiense de Letras), que também integra o panteão dos Imortais do nosso Estado, Mestres e Doutores em linguística, e, é atualizado de acordo com a nova ortografia Portuguesa.
Está obra surpreende e provoca a imaginação do leitor. O autor pretende com este trabalho causar interesse, mesmo daqueles que não são aficcionados por leitura. Nesse sentido, convida que o público passe a participar desse universo tão gostoso de passear por entre as letras. O livro é composto de estratégias de marketing que atiça o imaginário e a curiosidade do leitor.
A palestra da teatróloga cubana Roxana Pineda Labairo, prevista para esta quinta-feira, dia 14, dentro da programação do Salão do Livro do Piauí (Salipi), foi cancelada por conta da não autorização da embaixada cubana para o embarque da palestrante.
“Tentamos até o último minuto viabilizar a vinda da palestrante Roxana. No entanto, questões diplomáticas impediram que a mesma viesse ao Brasil para ministrar a palestra “Tradição e ruptura: as diferentes faces do teatro cubano contemporâneo”, que seria realizada dentro do 15º Seminário Língua Viva”, esclarece o professor Wellington Soares, um dos organizadores do Salipi.
No entanto, os inscritos no seminário não serão prejudicados. A palestra do escritor José de Nicola, “O conceito de poesia na obra de Ferreira Gullar”, prevista inicialmente para a sexta-feira, será antecipada para as 19 horas desta quinta, dia 14. Já na sexta, às 08 horas, no horário previsto para o escritor, a professora Jasmine Malta ministrará a palestra “Permínio Afora: vida e obra”.
Fora esta adequação, a programação do Salipi permanece sem alterações. Hoje (quinta), às 15 horas, no Theatro 4 de Setembro, acontece a palestra do jornalista piauiense Paulo José Cunha sobre o tema “Jornalismo na TV”, além de shows musicais no Palco Marcus Peixoto, lançamentos de livros no Bate-Papo Literário, atividades infantis durante todo o dia e apresentação de Rosinha Amorim no palco do Theatro 4 de Setembro.
O Salipi segue em sua programação até domingo, dia 17, com intensa agenda de atividades.
O professor e organizador do SALIPI, Wellington Soares falou sobre a importancia de trabalhar a poesia em sala de aula. Foi um verdadeiro show de conversação e exposição literária. Passeamos com Camões, Fernando Pessoa, Torquato Neto, Mário Quintana, Carlos Drummondde Andrade, Patativa do Assaré e muitos outros.
Até domingo os apaixonados pela literatura tem um espaço reservado no Salão do Livro do Piauí. Além de palestras, dos fóruns temáticos, e bate papo literário, os amantes da leitura têm o contato direto com os escritores. “ É muito bom conversar com escritores como Assis Brasil”, conta a estudante Maria Teresa.
Na manhã desta quarta-feira Ivan Proença ministrou a palestra “ Gonzaga, brasileirão” em seguida a angolana Isabel Ferreira proferiu a palestra “ Nzinga Mbandi: a dramaturgia angolana em tempo de paz”. Às 15h “ O teatro de Francisco Pereira da Silva” é o tema da palestra que será ministrada por Arimatan Martins, Virgílio Costa e Tarcísio Prado, com entrada gratuita.
À noite, às 19h é a vez do escritor português Ivo Machado ministrar a palestra “Panorama da poesia atual – leitura de poemas”. Paralelo às palestras, tem o bate-papo literário comandado pelo professor Luiz Romero, além do espaço dedicado às crianças, no Circo das Letras.
Mais informações:
Bia Linhares – Assessoria de comunicação – 9419-3667
Marina Farias – Assessoria de comunicação – 9942-0452
Após um dia movimentado, a programação do Salão do Livro do Piauí – Salipi encerrou com a palestra “Ficção e realidade: minha experiência com Ribamar”, do autor paraibano José Castello.
Durante todo o dia foram realizados lançamentos de livros, apresentações de dança, shows musicais com bandas piauienses, oficinas para o público infantil e palestras com autores renomados de todo o país. “Esse é um encontro do leitor com o livro e o autor”, afirmou o professor Luiz Romero, um dos organizadores do Salipi.
Amanhã, 13, a palestra inicial do Seminário Língua Viva – evento realizado em paralelo ao Salipi, é às 8h, com Ivan Proença sobre “Gonzaga, brasileirão”, seguida da angolana Isabel Ferreira com “Nzinga Mbandi: a dramaturgia angolana em tempo de paz”, às 10h. Às 19h quem fala com o público é o português Ivo Machado sobre o “Panorama da poesia portuguesa atual – leitura de poemas”.
No palco Marcus Peixoto, as grandes atrações de amanhã são a banda Eiva e Amarelo Cajuína.
Além de uma intensa programação, o Salão oferece de 8h às 22h stands de livreiros onde estão sendo comercializados mais de 50 mil títulos.